• Cabelo natural: o meu não fica assim!

    Oi, gente! Tem um tempo já que converso com algumas pessoas sobre assumir os fios e o comentário padrão é: “Que lindo seu cabelo! Pena que se deixar o meu natural não fica assim!”

    Ué, assim como? Nenhum cabelo é igual ao outro. Tem cabelo mais poroso, mais volumoso, sem volume nenhum, mais cacheado, crespo, raiz lisa… Isso é diversidade, ninguém é igual a ninguém e a transição não gira em torno de “oooh cachos perfeitos“, mas sim de assumir sua identidade sem se sentir reprimida pelos padrões que nos impõem.

    Eu tenho 24 anos e passei pela transição aos 21. Fiquei todos esses anos chorando e gastando dinheiro com progressiva porque meu cabelo não tinha definição nenhuma e eu nem sabia como cuidar dele. Pra mim, ele era um cabelo crespo (cresci ouvindo isso e depois de muito tempo fui aprender sobre tipos de cabelo).

    Às vezes eu faço chapinha, as vezes uso ele sem nenhuma definição, estilo Maria Betânia mesmo! Outras vezes faço fitagem bem caprichada, com óleo, creme e no trabalho até me chamam de Maísa (a menininha do programa do Silvio Santos mesmo) por causa da definição. Tem dias que nem tenho paciência pra coisa nenhuma: molho, passo óleo e vejo o que vai ser quando secar.

    Não tenha medo do seu cabelo e entenda que por mais que você faça todos os dias as mesmas coisas nele, nunca vai ficar igual e com o tempo você vai amar esse humor tão próprio dos seus fios.

    Isso é sobre sua identidade. Não te prende a padrões, não somos assim. E aprenda o mais importante: admire a beleza de outra pessoa, mas não menospreze a sua! ♥ ♥ ♥

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    *Fotos de referências que eu salvava durante a transição. Não sei o nome das moças, então se conhece alguma, nos avisem! ♥

    Instagram | Facebook | snap: xessica.c ♥

     

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